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Últimas Notícias - Agência Safras

18/03 -ECONOMIA: IPC DOS EUA FICA ESTÁVEL EM FEVEREIRO
18/03 -AGRONEGÓCIO: CONVENIOS DEVEM CRIAR INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA 16 PRODUTOS
18/03 -ECONOMIA: FIRJAN DEFENDE CONTENÇÃO DE GASTOS PARA QUE JUROS VOLTEM A CAIR
18/03 -ECONOMIA: CNI CONSIDERA ACERTADA DECISÃO DO COPOM DE MANTER JUROS
18/03 -ECONOMIA: DÉFICIT COMERCIAL DA EUROZONA SOMA 8,9 BI DE EUROS EM JANEIRO
18/03 -TRIGO: SAFRAS REALIZA CURSO EM GOIÂNIA (GO) DIA 31
18/03 -SOJA: SAFRAS REALIZA CURSO DE INTRODUÇÃO À COMERCIALIZAÇÃO EM SÃO PAULO
18/03 -ARROZ: SAFRAS REALIZA CURSO DE ANÁLISE FUNDAMENTAL E MERCADOLÓGICA NO RS
18/03 -AGRONEGÓCIO: SAFRAS REALIZA SEMINÁRIO EM SÃO PAULO (SP) DIA 23 DE ABRIL
17/03 -AGRONEGÓCIO: EMATER ASSINA CONVENIOS PARA FOMENTO DA PRODUÇÃO - COTRIJAL
17/03 -AGRONEGÓCIO: BM&FBOVESPA REGISTRA RECORDE DE TOTAL DE CONTRATOS NEGOCIADOS
17/03 -ECONOMIA: JUROS CONTINUAM SENDO AMEAÇA A INVESTIMENTOS DA INDÚSTRIA-FIERGS
17/03 --MILHO: PRIMEIRA SAFRA DO PARANÁ TEM COLHEITA DE 53% - DERAL
17/03 --SOJA: DERAL INDICA 62% DA ÁREA COLHIDA NO PARANÁ
17/03 -AGRICULTURA: GOVERNO ADMITE MUDANÇAS NO PROGRAMA DE DIREITOS HUMANOS - CNA
17/03 -ECONOMIA: TAXA BÁSICA DE JUROS É MANTIDA EM 8,75% AO ANO - COPOM
17/03 -AGRICULTURA: COTRIJAL INCENTIVA FORMAÇÃO DE AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES
17/03 -AGRONEGÓCIO: GOVERNO DE MS REINAUGURA IAGRO DURANTE A 72ª EXPOGRANDE
17/03 -ECONOMIA: PREÇOS AO PRODUTOR CAEM E PUXAM ALTA NAS BOLSAS DOS EUA
17/03 -PETRÓLEO: PREÇO SOBE, COM AGENTES ANIMADOS COM ESTIMULOS ECONÔMICOS
17/03 -SOJA: GLAUBER SILVEIRA É ELEITO PRESIDENTE DA APROSOJA BRASIL
17/03 -CARNES: PELO SÉTIMO DIA CONSECUTIVO, AÇÕES DA JBS REGISTRAM PERDAS
17/03 -ECONOMIA:FIERGS LEVOU PREOCUPAÇÃO COM MENOR JORNADA DE TRABALHO A BRASILIA
17/03 -AGRICULTURA: NEW HOLLAND ENTREGA 63 TRATORES A PRODUTORES DE SERGIPE
17/03 -AGRONEGÓCIO: KEPLER WEBER DIVULGA RESULTADOS DE 2009 AMANHÃ
17/03 -LARANJA: EX-DONO DE INDÚSTRIA DE SUCO DENUNCIA PRÁTICA DE CARTEL
17/03 -AGRONEGÓCIO: FAPEMIG DEFENDE VISIBILIDADE ÀS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA
17/03 -LARANJA: NEGOCIAÇÕES ENTRE CITRICULTORES E PROCESSADORAS JÁ COMEÇARAM
17/03 -ECONOMIA: BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA
17/03 -CARNES: EXPORTAÇÃO DE FRANGO NO PR TEVE DESEMPENHO RECORDE EM FEVEREIRO

 

18/03 -ECONOMIA: IPC DOS EUA FICA ESTÁVEL EM FEVEREIRO
SAFRAS (18) - O Indice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos ficou estável no mês de fevereiro, já descontados os fatores sazonais, depois de ter apresentado alta de 0,2% em janeiro. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, o índice mostra inflação de 2,1%. O núcleo do índice, que exclui as variações de preços de alimentos e energia, subiu 0,1% em fevereiro após registrar deflação de 0,1% em janeiro. O índice de preços de energia teve queda de 0,5% no mês passado, e o de alimentos mostrou inflação de 0,1%. O índice de preços ao consumidor de janeiro veio abaixo das expectativas dos analistas, que previam alta de 0,1%. As informações são da Agência Leia. (RR)

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18/03 -AGRONEGÓCIO: CONVENIOS DEVEM CRIAR INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PARA 16 PRODUTOS
SAFRAS (18) - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está aplicando cerca de R$ 1,3 milhão em convênios com associações de produtores, empresas de pesquisa e cooperativas para viabilizar o registro de Indicação Geográfica (IG) de 16 produtos agropecuários. A IG é um sinal distintivo da propriedade intelectual, que assegura como diferencial do produto as características naturais da sua origem (solo e vegetação onde é produzido), clima e forma de cultivo. No Brasil, já temos como exemplo a cachaça de Paraty que, em 2007, conquistou o selo de IG. Na Europa, citamos o Champagne, vinho espumante da região de Champagne, e o queijo roquefort, da região de Rouergue, ambos na França. Por meio desses convênios, a Coordenação de Incentivo à Indicação de Produtos Agropecuários do ministério apoia agricultores no cumprimento dos requisitos para o registro do IG, concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). A organização da produção, a delimitação geográfica e o levantamento histórico-cultural da região são algumas dessas etapas, conta a coordenadora de Incentivo à Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários, Bivanilda Tapias. Dentre os produtos que vão receber apoio está o queijo artesanal serrano dos campos de altitude dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, cujo processo de indicação geográfica vai beneficiar mais de dois mil produtores. Outro exemplo é o arroz vermelho do Vale do Piancó, que reúne cerca de dois mil agricultores de 20 municípios, da Paraíba. Mais do que agregar valor ao produto, a indicação geográfica impõe um símbolo que atrai investimentos para a região e estimula o turismo. Em Paraty, por exemplo, os roteiros turísticos incluem visitas aos centros de fabricação de cachaça e os produtores estão investindo até em restaurantes dentro dos alambiques, informa a coordenadora do Mapa. Diagnóstico - Segundo Bivanilda Tapias, o primeiro passo do ministério, antes de investir, foi diagnosticar produtos com potencial de IG. Esse levantamento considera a importância social, cultural e econômica para a região, bem como o atendimento aos requisitos para proteção de indicação geográfica, enfatiza a coordenadora. Entre 2007 e 2009, o Mapa promoveu o primeiro diagnóstico nessa linha e identificou 136 potenciais produtos em 20 estados do País. Além disso, para dar suporte técnico aos produtores no processo de Indicação Geográfica, o Mapa treinou aproximadamente 300 fiscais federais agropecuários atuantes no Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG) e outras áreas afins. O Ministério da Agricultura investiu na capacitação em Propriedade Intelectual envolvendo ainda 700 representantes de entidades parceiras e de empresas vinculadas. Produtos com IG - Seis produtos já obtiveram o registro de indicação geográfica: vinhos e derivados do Vale dos Vinhedos (RS); café grão verde do Cerrado Mineiro, cachaça de Paraty (RJ), carne e derivados do Pampa Gaúcho da Campanha Meridional, couro acabado do Vale dos Sinos (RS) e uva de mesa e manga do Vale do Submédio do São Francisco (PE). O Mapa promove ações continuadas de incentivo às IG, pela divulgação e iniciações coletivas para que esses produtos cheguem diariamente ao consumidor. As informações são do Mapa. (JL)

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18/03 -ECONOMIA: FIRJAN DEFENDE CONTENÇÃO DE GASTOS PARA QUE JUROS VOLTEM A CAIR
SAFRAS (18) - A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), ao comentar a manutenção da taxa de juros básicos (Selic) em 8,75%, reiterou sua convicção de que o controle da inflação, exercido pelo Banco Central, é um elemento fundamental nas decisões de investimento e consumo das famílias. A entidade também defendeu a necessidade do governo conter os gastos para que a Selic volte a entrar num processo de queda. "Nesse sentido, cumpre ressaltar a importância de uma política fiscal apoiada na contenção dos gastos correntes para a retomada da trajetória de queda da taxa Selic e consequente estímulo ao crescimento econômico do país", diz a nota da Firjan. O Sindicato das Financeiras do Estado do Rio de Janeiro (Secif-RJ) apoiou a decisão de manutenção da taxa básica de juros da economia pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). O presidente do Secif-RJ, José Arthur Assunção, defendeu que a taxa Selic deveria permanecer em 8,75% ao ano até o fim do primeiro semestre. Segundo Assunção, embora a inflação tenha dado sinais de elevação nos dois primeiros meses do ano, não houve repique significativo no Indice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ele considera precipitado que haja uma alta dos juros nos próximos meses. "É louvável a preocupação com a inflação. Mas a estabilidade econômica é uma conquista dos brasileiros. Ninguém mais tira. O Banco Central só vai optar pela elevação dos juros se realmente for o único caminho", afirmou. A Federação do Comércio do Estado do Rio (Fecomércio-RJ) também apoiou a decisão do Copom, mas descartou a necessidade de aumento na taxa Selic num futuro próximo. "A alta é um obstáculo para o mercado doméstico, que impediu uma queda maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009. Além disso, a atividade econômica está sob controle. O resultado do PIB mostrou uma evolução robusta dos investimentos, que darão fôlego à produção; já a retirada de incentivos fiscais importantes contribui para a desaceleração", manifestou a Fecomércio-RJ, por meio de nota. As informações são da Agência Brasil. (RR)

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18/03 -ECONOMIA: CNI CONSIDERA ACERTADA DECISÃO DO COPOM DE MANTER JUROS
SAFRAS (18) - A manutenção dos juros básicos da economia em 8,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central foi uma decisão acertada, avaliou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto. Em comunicado emitido pela entidade, ele afirmou que o fato de o Banco Central (BC) não ter reajustado a taxa Selic reflete a confiança da autoridade monetária em torno da queda da inflação nos próximos meses. "Isso [a manutenção da Selic] indica que o Banco Central percebe que as pressões inflacionárias existentes são temporárias e sazonais", disse a nota. De acordo com a CNI, um eventual aumento nos juros neste momento seria ineficaz para conter os preços e prejudicaria o crescimento da economia em 2010. Isso porque uma taxa Selic mais alta teria efeitos negativos sobre a retomada dos investimentos e da atividade industrial, que ainda se recuperam da crise do ano passado. "Apesar dos resultados positivos atualmente observados, a indústria ainda está em recuperação e não alcançou os níveis pré-crise. Em especial, o nível de utilização da capacidade instalada é bem inferior ao de setembro de 2008", ressaltou Monteiro Neto. Para o presidente da CNI, a elevação dos juros aumentaria o custo do capital e diminuiria a oferta de recursos na economia. "O aumento dos juros neste momento colocaria um freio nas decisões de investimento e comprometeria a retomada do crescimento". As informações são da Agência Brasil. (RR)

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18/03 -ECONOMIA: DÉFICIT COMERCIAL DA EUROZONA SOMA 8,9 BI DE EUROS EM JANEIRO
SAFRAS (18) - A balança comercial dos 16 países que compõem a zona do euro registrou déficit de 8,9 bilhões de euros em janeiro, após apresentar um superávit de 4,1 bilhões de euros em dezembro (número revisado) e um déficit de 12,1 bilhões de euros em janeiro do ano passado. Os dados são preliminares e foram divulgados hoje pela agência de estatísticas Eurostat. O saldo negativo de janeiro é resultado de exportações de 97,8 bilhões de euros, alta de 5% em relação janeiro de 2009, e importações de 106,8 bilhões de euros, aumento de 1% ante igual mês do ano passado. Considerando os 27 países que compõem a União Europeia, a balança comercial registrou um déficit de 22,5 bilhões de euros em janeiro, depois de apresentar um déficit de 2,5 bilhões de euros em dezembro e déficit de 28 bilhões de euros em janeiro do ano passado. As exportações somaram 81,6 bilhões de euros em janeiro, alta de 8% na comparação com janeiro de 2009. Já as importações atingiram 104,1 bilhões de euros, após somarem 103,8 bilhões de em janeiro do ano passado. As informações são da Agência Leia. (RR)

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18/03 -TRIGO: SAFRAS REALIZA CURSO EM GOIÂNIA (GO) DIA 31
SAFRAS (18) - SAFRAS & Mercado realiza Curso de Análise Fundamental e Mercadológica de Trigo, em Goiânia (GO), dia 31 de março, quarta-feira. O evento contará com a presença do analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento. Veja abaixo o programa do curso: Programação: 09:00 - O MERCADO MUNDIAL DE TRIGO - A dinâmica de formação de preços - Fundamentos do Mercado x Variáveis exógenas - A nova conjuntura da agricultura mundial - Explicação para o atual comportamento dos preços e projeções para os próximos anos O TRIGO NO MUNDO - Sazonalidade de oferta mundial (Preços x oferta mundial) - Área plantada e produtividade - Participação continental no abastecimento - Os grandes produtores e os fornecedores de trigo no mercado mundial - População x consumo - Comportamento cíclico da oferta e demanda mundial - Maiores produtores e consumidores globais de trigo - Cenário fundamental: queda acentuada da relação estoque/consumo e recorde de preços 10:30 - Coffee Break 10:45 - OFERTA E DEMANDA CONTINENTAL - África: Dependência crescente de importações - Asiáticos: Os Gigantes da produção e do consumo global de trigo. - Repúblicas da Ex-URSS: O maior consumo per capita do mundo. - Oceania: Fundamental para o abastecimento internacional - Europa: Produtividade alta garante abastecimento - América: Maior exportador global do cereal 11:45 - OS ESTADOS UNIDOS - Formadores de preços no mercado mundial - Safra e inverno e de verão - Área: Disputa acirrada: Soja x Milho x Trigo - Relação de preços: "A compra de área" - Excedente exportável - Bolsas norte-americanas: [(CBOT: Trigo Soft; Kansas: Hard)] - Prêmios - Tendências de preços 12:30 - Almoço Livre 14:00 - A ARGENTINA: CELEIRO DE TRIGO DO BRASIL - Produção Argentina - Disputa de área - Excedente exportável - Correlação de preços com o Brasil 14:30 - O TRIGO NO BRASIL - A cadeia tritícola no Brasil - Concorrência internacional e apoio governamental - O setor produtivo - Os moinhos - As indústrias de transformação - Importações (Grão e Farinha): Maiores compradores - A farinha importada e os reflexos na cadeia de trigo - Quadro de oferta e demanda regional - Fluxo de escoamento de trigo por região (produção, importação, moagem, consumo) 15:30 - Coffee Break 15:45 - FORMAÇÃO DE PREÇOS NO BRASIL - Produção e consumo mundial - Bolsas norte-americanas: balizadoras do mercado internacional - Argentina: Tomadora de preços no âmbito global e formadora de preços no Brasil - Comportamento sazonal dos preços - Correlação: EUA/Argentina; Argertina/Brasil - Coeficiente de sensibilidade (Beta) - Paridade de importação 17:00 - RESUMO DAS TENDENCIAS DE MERCADO Consultor: Elcio Amarildo Bento Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Fez parte da equipe de análise de mercado financeiro, como analista de mercado de câmbio da "Safras & Mercado" durante 4 anos e atua há 3 anos em análise Agroeconômica e de mercados de commodities. Analista em agribusiness, com especialização em arroz e trigo. Editor das publicações semanais especializadas "Safras & Mercado Arroz e Trigo". Faz parte da divisão de consultoria do grupo Safras. Informações Administrativas Data: 31 de Março de 2010 - quarta-feira Local: A DEFINIR Investimento Clientes SAFRAS, para pagamento até 22/3/2010: 510,00 para pagamento após 22/3/2010: 560,00 Não clientes, para pagamento até 22/3/2010: 665,00 para pagamento após 22/3/2010: 735,00 Desconto de 10% para a inscrição do segundo participante da mesma empresa e de 20% para o terceiro ou mais participantes de uma mesma empresa. Cancelamentos: Se você não puder comparecer, um participante substituto pode ser indicado no seu lugar. O reembolso somente será possível se seu pedido de cancelamento chegar por escrito até 22/3/2010. Cancelamentos posteriores a essa data estarão sujeitos a uma taxa administrativa de R$ 50,00. 2 maneiras fáceis de se inscrever * Pelos fones: (51) 3224-7039 - Eventos * Pelo fax: (51) 3224-9170 (RR)

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18/03 -SOJA: SAFRAS REALIZA CURSO DE INTRODUÇÃO À COMERCIALIZAÇÃO EM SÃO PAULO
SAFRAS (18) - SAFRAS & Mercado realiza Curso de Análise Fundamental e Introdução à Comercialização de Soja em São Paulo (SP), dia 25 de março, quinta-feira. O evento contará com a presença do analista de SAFRAS & Mercado, Flávio França Júnior. Veja abaixo o programa do curso: Programação: 8:45 - Recepção e entrega do material didático 9:00 - CONCEITOS INICIAIS * A importância da CBOT * A formação dos preços domésticos * A precificação na CBOT (fundamentos e mercado financeiro) * O Prêmio de Exportação * A importância da taxa de câmbio - A PRODUÇÃO * Produção mundial - principais destaques * Principais produtores - destaques nos EUA, Argentina, China e Paraguai * Tendências da produção mundial - competitividade com outras oleaginosas * A produção no Brasil - ciclos, destaques e tendências 10:45 - Coffee break 11:00 - A DEMANDA * Tendências da demanda mundial - fatores positivos e negativos * O fluxo do comercio mundial * Esmagamento x exportação * Principais exportadores * Análise, tendências e projeções da oferta e demanda mundial * Análise, tendências e projeções da oferta e demanda dos EUA, Argentina, China, UE, Paraguai, Brasil * Os problemas do setor industrial brasileiro * Distribuição do esmagamento no Brasil - destinos do farelo e óleo * Características das exportações no Brasil - principais fatores e destinos 12:00 - A COMERCIALIZAÇÃO - O MERCADO FISICO * A análise fundamental e os principais fatores de influência nos preços * Sugestões para uma melhor comercialização * O sistema de comercialização no Brasil * O mercado físico de exportação - mercado FOB, CIF e por Resellers * O mercado físico interno - mercado FOB, CIF e FAS * O mercado de lotes ou disponível * O mercado físico para entrega futura - a pré-fixação, a soja a fixar, a soja verde, a troca por insumos, o adiantamento e CPR 13:00 - Almoço livre 14:00 - A FORMAÇÃO DE PREÇOS * O conceito de preço FOB de exportação * O tripé de definição dos preços internos da soja - CBOT, prêmio e câmbio * A paridade de exportação * A paridade para fixação de preços futuros * A margem de esmagamento (crush margin) 16:00 - Coffee break 16:15 - O MERCADO FUTURO * O contrato futuros - conceitos * Hedge - definição, o Hedge de venda e de compra * Lei do Hedge e Lei da convergência * Risco de preço * Objetivos do mercado futuro * O conceito de base * O conceito do ajuste diário * O conceito da margem de garantia * Principais características dos contratos de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) e Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&F) * Exemplos de operações na CBOT e BM&F * Introdução ao mercado de opções para a soja 18:00 - Encerramento Objetivo O encontro tem como objetivo básico dar subsídios introdutórios, através da analise fundamentalista, ao entendimento do processo de comercialização da soja no Brasil. A abordagem será feita tendo sempre a ótica do mercado, envolvendo as duas pontas do processo, ou seja, a produção e o consumo, destacando os principais pontos de composição da oferta e da demanda a nível mundial e nacional, e sua interpolação com o processo de negociação. A ênfase da apresentação estará centrada nessa parte comercial, visando possibilitar o entendimento dos mecanismos básicos do sistema de comercialização brasileiro, via conhecimento do processo de formação de preços e viabilizando a integração homogênea entre as operações de mercado físico e futuro. Consultor: Flávio Roberto de França Júnior Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Pós-graduado com tese aprovada com a nota máxima sobre o tema "A Evolução da Soja no Centro-Oeste Brasileiro". Curso de especialização em mercados futuros pela UFPR. Atua há 21 anos em análise agroeconômica e de mercados de commodities, sendo Analista Sênior do Grupo SAFRAS & Mercado, onde é Editor da publicação especializada "SAFRAS & Mercado-SOJA & Grãos". É diretor técnico da área de soja e oleaginosas, fazendo parte da divisão de consultoria do Grupo Safras, com centenas de palestras e cursos de comercialização realizados por todo o país e América Latina. Informações Administrativas Data: 25 de Março de 2010 - quinta-feira Local: Auditório da CMA - Rua Prof.Filadelfo de Azevedo, 712 - Vila Nova Conceição Investimento Clientes SAFRAS, para pagamento até 15/3/2010: R$ 510,00 para pagamento após 15/3/2010: R$ 560,00 Não clientes, para pagamento até 15/3/2010: R$ 665,00 para pagamento após 15/3/2010: R$ 735,00 Desconto de 10% para a inscrição do segundo participante da mesma empresa e de 20% para o terceiro ou mais participantes de uma mesma empresa. Cancelamentos: Se você não puder comparecer, um participante substituto pode ser indicado no seu lugar. O reembolso somente será possível se seu pedido de cancelamento chegar por escrito até 15/3/2010. Cancelamentos posteriores a essa data estarão sujeitos a uma taxa administrativa de R$ 50,00. 2 maneiras fáceis de se inscrever * Pelos fones: (51) 3224-7039 - Eventos * Pelo fax: (51) 3224-9170 (RR)

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18/03 -ARROZ: SAFRAS REALIZA CURSO DE ANÁLISE FUNDAMENTAL E MERCADOLÓGICA NO RS
SAFRAS (18) - SAFRAS & Mercado realiza curso de Atualização Mercadológica de Arroz, em Porto Alegre (RS), dia 19 de março, sexta-feira. O evento contará com a presença do analista de SAFRAS & Mercado, Élcio Bento. Veja abaixo o programa do curso: Programação: 09:00 - INTRODUÇÃO + Características da análise fundamental; + Arroz e a segurança alimentar do planeta; O ARROZ NO MUNDO + Sazonalidade de oferta mundial e o reflexo sobre as cotações; + Área plantada, produtividade e produção mundial; + Comportamento cíclico da produção global; + Consumo mundial de arroz; + Os maiores produtores e consumidores; + O consumo per capita; + Características do Comércio Internacional de Arroz; + Abastecimento global: Relação Estoque/consumo x Preços; CARACTERISTICAS DA PRODUÇÃO E CONSUMO POR CONTINENTE + Consumo de arroz x trigo: questão econômica ou cultural; + Ásia: maior produtor e consumidor; + América: Potencial player do mercado internacional; 10:15 - Coffee Break 10:30 - FORMAÇÃO DOS PREÇOS INTERNACIONAIS + Preços = Cenário Fundamental + Variáveis Exógenas; + Análise dos Fundamentos do Mercado; + Produção x Consumo + Necessidade de aumento de produção: Área e Produtividade; + Variáveis exógenas: Petróleo, Biocombistíveis, Relação Soja-Milho-Trigo, Crescimento demográfico e econômico; + O dólar no mercado mundial; + Formação de preços; + Projeção de preços para o ano comercial 2008/09 12:30 - Almoço Livre 14:00 - PRINCIPAIS PLAYERS DO MERCADO MUNDIAL + Tailândia: maior exportadora; + Vietnã: segundo maior exportador; + EUA: Referência de preços na América; MERCOSUL + Argentina e Uruguai: importantes para fechar o quadro de oferta e demanda brasileiro; + Oferta e demanda e características da produção; + Período de plantio e colheita; 15:00 - FORMAÇÃO DE PREÇOS NO MERCADO INTERNO + O arroz no Brasil e a cadeia orízicola; + Oferta e demanda; + Produção x Importação; 15:30 - Coffee Break 15:45 - FLUXOGRAMA DO MERCADO BRASILEIRO DE ARROZ + Oferta e demanda regionalizada: principais produtores, consumidores e importadores; + Distribuição da indústria nacional; + Importação por regiões: Casca e Beneficiado; + Diferenças tributárias entre Estados; + Região Sul: eficiência; + Rio Grande do Sul: o maior produtor nacional; 16:30 - FORMAÇÃO DE PREÇOS NO BRASIL + Preços formados de fora para dentro; + Paridade de importação; + Bolsas internacionais (Chicago) e câmbio; + Comportamento sazonal dos preços: EUA e MERCOSUL; + Correlação: Tailândia, EUA e Brasil; + Coeficiente de Sensibilidade da função demanda brasileira do MERCOSUL; + Projeção de preços + Conclusões 17:30 - Encerramento Consultor: Elcio Amarildo Bento Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Fez parte da equipe de análise de mercado financeiro, como analista de mercado de câmbio da "Safras & Mercado" durante 4 anos e atua há 3 anos em análise Agroeconômica e de mercados de commodities. Analista em agribusiness, com especialização em arroz e trigo. Editor das publicações semanais especializadas "Safras & Mercado Arroz e Trigo". Faz parte da divisão de consultoria do grupo Safras. Informações Administrativas Data: 19 de Março de 2010 - sexta-feira Local: Auditório Safras & Mercado - Av.Independência, 1299/403 Investimento Clientes SAFRAS, para pagamento até 9/3/2010: 510,00 para pagamento após 9/3/2010: 560,00 Não clientes, para pagamento até 9/3/2010: 665,00 para pagamento após 9/3/2010: 735,00 Desconto de 10% para a inscrição do segundo participante da mesma empresa e de 20% para o terceiro ou mais participantes de uma mesma empresa. Cancelamentos: Se você não puder comparecer, um participante substituto pode ser indicado no seu lugar. O reembolso somente será possível se seu pedido de cancelamento chegar por escrito até 9/3/2010. Cancelamentos posteriores a essa data estarão sujeitos a uma taxa administrativa de R$ 50,00. 2 maneiras fáceis de se inscrever * Pelos fones: (51) 3224-7039 - Eventos * Pelo fax: (51) 3224-9170 (RR)

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18/03 -AGRONEGÓCIO: SAFRAS REALIZA SEMINÁRIO EM SÃO PAULO (SP) DIA 23 DE ABRIL
SAFRAS (18) - SAFRAS & Mercado realiza seminário sobre Perspectivas e Estratégias de Comercialização para o Agronegócio Brasileiro na Safra 2009/10, em São Paulo (SP), dia 23 de abril. O evento contará com a presença dos analistas de SAFRAS & Mercado. Veja abaixo o programa do seminário: Programação 09:15 h - Credenciamento e inscrições finais 09:30 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO DE AÇÚCAR & ETANOL 10:20 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO TRIGO 11:10 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO DE CAFÉ 12:00 h - Almoço incluso 13:15 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO DE ALGODÃO 14:00 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO DE MILHO e CARNES 15:15 h - Coffee-Break 15:30 h - AS TENDENCIAS PARA O CLIMA EM 2010 16:15 h - AS TENDENCIAS PARA O MERCADO DE SOJA 17:15 h - Encerramento Consultor: Gil Carlos Barabach Economista, com especialização em Agribusiness e Gestão Agroindustrial. Mestrando em Economia do Desenvolvimento FACE-PUCRS. Atua há mais de 12 anos em análise agroeconômica e mercados de commodities. Analista responsável pela área de café. Editor da publicação especializada "SAFRAS & Mercado - CAFÉ". Faz parte da divisão de consultores do Grupo Safras, com palestras, seminários e consultorias realizados em todo o país e na Europa. Consultor: Paulo Roberto Molinari Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela UFPR. Pós graduado em Agribusiness pela FAE. Atua há 25 anos em análise econômica e de mercados agrícolas. Especialização em Análise técnica. Analistaa sênior em Agribusiness. Consultor: Flávio Roberto de França Júnior Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Pós-graduado com tese aprovada com a nota máxima sobre o tema "A Evolução da Soja no Centro-Oeste Brasileiro". Curso de especialização em mercados futuros pela UFPR. Atua há 21 anos em análise agroeconômica e de mercados de commodities, sendo Analista Sênior do Grupo SAFRAS & Mercado, onde é Editor da publicação especializada "SAFRAS & Mercado-SOJA & Grãos". É diretor técnico da área de soja e oleaginosas, fazendo parte da divisão de consultoria do Grupo Safras, com centenas de palestras e cursos de comercialização realizados por todo o país e América Latina. Consultor: Miguel Biegai Junior Analista de Mercado, atua há 11 anos em análise agroeconômica e de mercado futuro e opções de commodities. Analista em Agribusiness, com especialização em Algodão e Complexo Bioenergia (Açúcar, Etanol, Biodiesel). Editor da Publicação Semanal especializada "SAFRAS & Mercado - Algodão, e SAFRAS & Mercado - Bioenergia". Faz parte da divisão de consultoria do Grupo Safras. Consultor: Elcio Amarildo Bento Economista, Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná. Fez parte da equipe de análise de mercado financeiro, como analista de mercado de câmbio da "Safras & Mercado" durante 4 anos e atua há 3 anos em análise Agroeconômica e de mercados de commodities. Analista em agribusiness, com especialização em arroz e trigo. Editor das publicações semanais especializadas "Safras & Mercado Arroz e Trigo". Faz parte da divisão de consultoria do grupo Safras. Consultor: Patricia Diehl Madeira Bacharel em meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Mestre em Ciências Atmosféricas, na área de poluição atmosférica, pela Universidade de São Paulo Meteorologista previsora da Climatempo desde 1993 Informações Administrativas Data: 23 DE ABRIL DE 2010 - SEXTA-FEIRA Local: A DEFINIR Investimento Clientes SAFRAS, para pagamento até 15/4/2010: R$ 325,00 para pagamento após 15/4/2010: R$ 375,00 Não clientes, para pagamento até 15/4/2010: R$ 405,00 para pagamento após 15/4/2010: R$ 465,00 Desconto de 10% para a inscrição do segundo participante da mesma empresa e de 20% para o terceiro ou mais participantes de uma mesma empresa. Cancelamentos: Se você não puder comparecer, um participante substituto pode ser indicado no seu lugar. O reembolso somente será possível se seu pedido de cancelamento chegar por escrito até 15/4/2010. Cancelamentos posteriores a essa data estarão sujeitos a uma taxa administrativa de R$ 50,00. 2 maneiras fáceis de se inscrever * Pelos fones: (51) 3224-7039 - Eventos * Pelo fax: (51) 3224-9170 (RR)

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17/03 -AGRONEGÓCIO: EMATER ASSINA CONVENIOS PARA FOMENTO DA PRODUÇÃO - COTRIJAL
SAFRAS (17) - O presidente da Emater/RS, Mário Augusto Ribas do Nascimento, acompanhado do ex-ministro Marcus Vinícius Pratini de Moraes, do secretário da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio João Carlos Machado, do deputado estadual Gerônimo Goergen, do superintendente do Banrisul Luiz Fernando Nunes, e do representante da Cotrijal Gelson Nunes, assinou hoje (17) convênio para prestação de serviços e termo de cooperação com diferentes empresas. O ato aconteceu na Casa da Família Rural, espaço da Emater/RS-Ascar na 11 Expodireto Cotrijal, e reflete a ampliação do campo de trabalho da Emater/RS-Ascar, reconhecida pela sua atuação na extensão rural. Para o presidente da Emater/RS o desenvolvimento de novas tecnologias, como o georreferenciamento, só vem a ampliar a área de atuação da Instituição. A Emater, percebendo a importância dessa ferramenta para o desenvolvimento do setor agrícola, vem investindo na capacitação, tanto dos nossos técnicos, como dos da Cotrijal. E as assinaturas desses termos de cooperação fortalecem parcerias já consolidadas, comentou Nascimento. Já Pratini de Moraes lembrou a vocação da Expodireto Cotrijal como feira de inovação e o mundo é feito de inovações. Segundo ele, nesse contexto o biodiesel veio como tecnologia para ficar. Termos de cooperação A Emater/RS-Ascar firmou termo de cooperação em geoprocessamento na área de citricultura com a Associação dos Municípios da Zona de Produção (Amzop). O convênio prevê a identificação das áreas de pomares de seis municípios: Constantina, Liberato Salzano, Engenho Velho, Rondinha, Novo Xingu, Alpestre e Planalto. Foi apresentado ainda na ocasião o Projeto Piloto de Georreferenciamento, elaborado para a Cotrijal. Por meio desta parceria, foram georreferenciados os municípios de Não-Me-Toque, Santo Antônio da Patrulha e Vitor Graeff. Foi assinado convênio também com a Agrícola Ferrari, que prevê o fomento e apoio ao cultivo de canola e milho para pipoca na região. Logo após, a Emater/RS-Ascar e a BSBios firmaram termo de cooperação na área de Agroenergia, com o intuito de incentivar a produção de canola para extração de óleo para produção de biocombustíveis. Com informações da Emater/RS-Ascar. (VA)

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17/03 -AGRONEGÓCIO: BM&FBOVESPA REGISTRA RECORDE DE TOTAL DE CONTRATOS NEGOCIADOS
SAFRAS (17) - A BM&FBOVESPA registrou recorde histórico de total de contratos negociados no Segmento BM&F ao fim do pregão de hoje. Foi registrada a negociação de 5.716.789 contratos, número que supera a marca anterior de 4.355.624, verificada em 17 de abril de 2008. A negociação de contratos futuros de DI também registrou recorde histórico. Ao final do pregão foi atingida a marca de 4.544.750 contratos negociados. O recorde anterior foi de 3.162.332, também verificada em 17 de abril de 2008, informou a assessoria da BM&FBOVESPA. (VA)

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17/03 -ECONOMIA: JUROS CONTINUAM SENDO AMEAÇA A INVESTIMENTOS DA INDÚSTRIA-FIERGS
SAFRAS (17) - A economia brasileira dá sinais de recuperação. Mas para isso se consolidar precisamos de juros baixos, spreads bancários menores e condições tributárias mais competitivas, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, ao avaliar a decisão do Comitê de Política Monetária de não aumentar a Selic. O Copom manteve, nesta quarta-feira (17) a taxa de juros em 8,75% ao ano. Segundo o presidente da entidade, Paulo Tigre, apesar do movimento de recuperação dos setores produtivos do Brasil em relação à crise financeira mundial, ainda não é possível determinar a intensidade dessa retomada. A economia nacional precisa de estímulos para continuar crescendo e de forma consistente. Juro baixo é fundamental para a indústria investir, salientou Tigre, em nota da Unidade de Comunicação do Sistema Fiergs. A próxima reunião do Copom será nos dias 27 e 28 de abril. (VA)

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17/03 --MILHO: PRIMEIRA SAFRA DO PARANÁ TEM COLHEITA DE 53% - DERAL
Por Vanda Araújo vanda@safras.com.br SAFRAS (17) O Departamento de Economia Rural-Deral, indica colheita de 53% para o milho primeira safra do Paraná. Os dados saíram de campo na segunda-feira (15). Das lavouras por colher, 1% estão em floração, 26% em frutificação e 73% em fase de maturação. As condições das lavouras oscilam entre boas (93%) e médias (7%). O Deral mantém previsões de produção de 6,47 milhões de toneladas com o milho primeira safra. Já a segunda safra tem 80% da área semeada. (VA)

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17/03 --SOJA: DERAL INDICA 62% DA ÁREA COLHIDA NO PARANÁ
Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br SAFRAS (17) - A colheita de soja no Paraná atinge 62% da área estadual segundo o Departamento de Economia Rural - Deral. Os dados saíram de campo na última segunda-feira (15). Das lavouras por colher, 28% estão em frutificação e 72% em maturação. As condições gerais das lavouras oscilam entre boas (90%) e médias (10%). A produtividade média segue mantida em 3.100 quilos/hectare, o que deve elevar a produção estadual para 13,6 milhões de toneladas. "Os números estão sujeitos a alteração, mas se a média final ficar nesses níveis, a produção será recorde", antecipa Otmar Hubner, coordenador técnico no Deral. Segundo o técnico, o Deral prepara novo relatório com dados de safra para a semana que vem. No ano passado, quando o plantio no Paraná atrasou por falta de chuva e as lavouras terminaram tendo maturação forçada, a colheita de soja no Estado atingia 43% em igual período. (VA)

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17/03 -AGRICULTURA: GOVERNO ADMITE MUDANÇAS NO PROGRAMA DE DIREITOS HUMANOS - CNA
SAFRAS (17) - As críticas feitas no começo de janeiro pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, a respeito do viés totalitário da terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) surtiram efeito. Nesta terça-feira (16), o secretário especial de Direitos Humanos, ministro Paulo Vannuchi, admitiu que o governo vai realizar alterações no Decreto n 7.037/2009, que instituiu o PNDH-3. O texto atropela a Constituição no que diz respeito à questão fundiária. Quando se condiciona a concessão de liminares ou a reintegração de posse a mecanismos administrativos, está se estimulando a violência no campo, a invasão de terras e o esbulho possessório. Nada pode obstruir um direito constitucional, que é o direito de acesso à Justiça. Decisão judicial é para ser cumprida, afirmou a senadora. Essa crítica referia-se à proposta do PNDH-3 de que, no caso de invasões de terras, o proprietário que foi privado ilegitimamente de sua propriedade não poderia mais pedir diretamente à Justiça a reintegração de posse. Antes disso, teria que negociar com os invasores. e submeter essa negociação à análise de um comitê de monitoramento do Programa. Na prática, estavam sendo criadas barreiras no direito de acesso à Justiça. A versão original do PNDH-3 foi publicada em 21 de dezembro, ou seja, pouco antes dos feriados de final de ano, época em que tradicionalmente arrefecem os debates em Brasília. Mas no começo do ano, em 07 de janeiro, Kátia Abreu apresentou à imprensa nacional denúncias contra o Programa, destacando as falhas no texto e comprovando que, para o mundo rural brasileiro, o PNDH-3 era sinônimo de ameaça ao direito de propriedade. O texto é, na verdade, uma ampla plataforma ideológica, que abrange de modo totalitário aspectos da política, da economia, da cultura e da organização social, citou nota oficial da CNA distribuída à sociedade. A crítica da presidente da CNA rapidamente ganhou apoio de outros setores da sociedade. Até mesmo integrantes do Executivo federal criticaram o Programa. Na manifestação realizada ontem, o ministro Vanucchi confirmou que haverá mudanças de vários pontos do PNDH-3, inclusive no que envolve a mediação de conflitos agrários, questão central das denúncias feitas pela CNA. Kátia Abreu havia denunciado que a versão original do programa encarava o agronegócio com preconceito, insinuando que o setor teria descompromisso com a potencial violação com os direitos de pequenos agricultores e das populações tradicionais. A presidente da CNA respondeu que o agronegócio, formado por grandes, médios e pequenos produtores rurais, não pode ser confundido com criminosos invasores de terra, que têm violado os direitos fundamentais pelo País afora. Com informações da CNA. (VA)

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17/03 -ECONOMIA: TAXA BÁSICA DE JUROS É MANTIDA EM 8,75% AO ANO - COPOM
SAFRAS (17) - O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu nesta quarta-feira manter a taxa básica de juros (Selic) nos atuais 8,75% ao ano. A manutenção já era esperada pelo mercado financeiro. Foi a quinta reunião consecutiva em que o Copom resolveu manter a taxa inalterada, após cinco cortes seguidos na Selic entre janeiro e julho do ano passado. A primeira manutenção ocorreu em setembro, o que foi repetido em outubro, dezembro e na primeira reunião de 2010, em janeiro. A reunião de hoje pode ter sido a última do presidente Henrique Meirelles à frente do BC. Isso porque, se decidir ser candidato a um cargo eletivo, o presidente terá que deixar o cargo até o início de abril. Previsão A manutenção da taxa de juros já era esperada pelo mercado financeiro. Na pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira, os economistas previram a Selic em 8,75% até abril, quando, segundo eles, começaria a subir. Para o fim de 2010, a previsão é que a Selic encerre o ano em 11,25%. A previsão de aumento nos juros em 2010 feita pelo mercado se deve à expectativa de um maior aquecimento da economia, que pode aumentar o consumo e pressionar os preços dos produtos, fazendo com que a autoridade monetária eleve a Selic para controlar a inflação. Para o fim deste ano, o mercado passou a prever o IPCA (Indice de Preços ao Consumidor Amplo) acima da meta de 4,5% traçada pelo governo, em 5,03%. Os economistas projetam o crescimento do PIB em 5,45%. PIB Na semana passada, o IBGE divulgou que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro recuou 0,2% em 2009. Foi o primeiro resultado anual negativo desde 1992, quando a economia encolheu 0,47%. No quarto trimestre, porém, houve crescimento de 2% em relação ao trimestre anterior, o que foi visto pelo governo como um sinal de que a economia está avançando o que pode levar a um aumento na Selic para segurar a inflação. "O resultado do PIB no ultimo trimestre mostra que nós fechamos 2009 com chave de ouro", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda), na ocasião. Mantega previu que o Brasil poderá crescer mais de 5,7% neste ano. Compulsório No fim de fevereiro, o BC anunciou um aumento na alíquota do chamado depósito compulsório (quantidade que os bancos têm que deixar depositado no órgão) para 15%. Durante a crise, para liberar mais recursos para o mercado, o banco reduziu o percentual para 13,5%. A medida foi vista por economistas como uma tentativa da autoridade monetária de tirar dinheiro da economia e evitar uma alta imediata de juros. Com isso, serão retirados da economia R$ 72 bilhões. Menor taxa A atual taxa é a menor da história. Os cinco cortes realizados até julho foram a maior sequência de cortes desde o início do governo Lula, em 2003. Naquela época, no entanto, os juros estavam em quase 30% ao ano. No início de 2009, os juros estavam em 13,75% ao ano. Em janeiro, o Copom fez o primeiro corte desde a piora da crise econômica a partir de setembro de 2008, para 12,75% a.a.. Na reunião de março, os juros caíram novamente, para 11,25% a.a. Em abril e junho os cortes foram de um ponto percentual. Na reunião de julho, no entanto, o BC reduziu a intensidade do corte para 0,5 ponto percentual --chegando ao patamar atual-- e indicou que não haveria mais nenhuma redução dos juros neste ano. O Copom se reúne a cada 45 dias e terá sua próxima reunião nos dias 27 e 28 de abril. As informações partem da FolhaNews. (CBL)

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17/03 -AGRICULTURA: COTRIJAL INCENTIVA FORMAÇÃO DE AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES
SAFRAS (17) - A Emater/RS-Ascar, Cotrijal e Fetag/RS promoveram hoje (17) o 1 Seminário da Agroindústria Familiar dentro da programação da Expodireto Cotrijal, para incentivar esta atividade que agrega valor à produção e auxilia na fixação do homem no campo. Lideranças políticas, agricultores, técnicos e entidades de classe participaram durante toda a manhã, no Auditório da Produção, de debates sobre a legislação, as oportunidades e perspectivas para o setor. Esteve presente o secretário de Agricultura, Pesca, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, João Carlos Machado. O secretário enalteceu a importância da agroindústria familiar e destacou o trabalho da Fetag, que vem investindo no desenvolvimento do setor, e da Emater/RS-Ascar na assistência técnica ao produtor, desde a implantação das culturas até a industrialização. O secretário anunciou ainda mudanças no Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), que integra os serviços de inspeção municipal, estadual e federal, e que passou por ajustes para flexibilizar o acesso das agroindústrias. O presidente da Emater/RS, Mário Augusto Ribas do Nascimento, frisou a importância de iniciativas como a realização do Seminário no momento em que a demanda cresce, em função da nova lei, que obriga a compra de pelo menos 30% da merenda escolar da agricultura familiar. A agroindústria já gera milhares de empregos no Estado e ganha cada vez mais mercado com esta lei. Por isso é importante neste momento estimularmos e qualificarmos esta atividade, disse. Para a diretora técnica da Emater/RS, Águeda Marcéi Mezomo, o seminário é uma oportunidade de levantar o debate sobre o que as agroindústrias representam na agricultura familiar e discutir os pontos necessários para sua constituição. Temos uma longa história de êxodo rural e as agroindústrias são, justamente, uma forma de gerar mais renda nas propriedades, agregando mais valor ao que é produzido, de diversificar as atividades e de manter as famílias no campo garantindo a continuidade da agricultura familiar, afirmou. O diretor de produção da Cotrijal, Gelson de Lima, representando o presidente Nei Mânica, disse que o seminário serviria para melhor preparar a todos para discutir esta questão tão importante para as propriedades rurais. As palestras foram abertas pelo coordenador estadual do Programa de Agroindústria Familiar da Emater/RS-Ascar, Renato Cougo Santos, que discorreu sobre a legislação tributária, ambiental e sanitária do setor, os passos e os desafios para legislação da agroindústria familiar. A discussão visa incentivar a criação de políticas municipais de apoio à formação de agroindústrias, para que o agricultor possa contar com este auxílio em sua cidade. Em seguida o assessor de política agrícola da Fetag/RS, André Kuhn Raupp, falou sobre as oportunidades e perspectivas para a agroindústria familiar. Ele frisou a relevância do Seminário como um espaço para a agricultura familiar e valorização desta diversidade produtiva que temos em nosso Estado. Durante o Seminário a diretora técnica da Emater/RS abriu um espaço para comemorar o sucesso das vendas no Pavilhão da Agroindústria Familiar e do Artesanato, que nos primeiros dois dias de Feira ficaram 50% acima das do ano passado. O sucesso do espaço, organizado pela Cotrijal, Emater/RS-Ascar e Fetag/RS na Expodireto, prova o potencial de vendas do setor. Setenta estandes de agroindústrias e 50 de artesanato preservam a cultura local e movimentam a economia com a comercialização de produtos típicos de mais de 40 municípios gaúchos. Apenas na terça-feira (16) foram vendidos R$ 65 mil reais, número significativamente superior aos R$ 42 mil do segundo dia da Expodireto 2009. Com informações da Emater/RS-Ascar. (VA)

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17/03 -AGRONEGÓCIO: GOVERNO DE MS REINAUGURA IAGRO DURANTE A 72ª EXPOGRANDE
SAFRAS (17) - O Governo do Estado participa entre os dias 18 e 28 de março da 72 Expogrande. Além do apoio institucional o governo vai realizar dois importantes eventos durante a Feira: reinaugura no dia 19 a unidade local da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) e promove no dia 25 o lançamento do 2 Congresso Florestal de Mato Grosso do Sul. A feira será aberta oficialmente amanhã (18), às 18 h, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, na Capital. O governador André Puccinelli e a secretária Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Seprotur), já confirmaram presença. O agronegócio sul-mato-grossense será representado pela Seprotur e suas vinculadas: Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Fundação de Turismo (Fundtur), Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer). O atendimento institucional será feito por funcionários da secretaria e de suas vinculadas, que irão expor parte dos trabalhos que vem sendo desenvolvido pelo Estado, entre outras eventuais demandas. EVENTOS PARALELOS - No dia 19, próxima sexta-feira, o Governo do Estado realiza a partir das 18 h, a solenidade de entrega da reforma do prédio da agência local da Iagro. A instalação fica localizada dentro do Parque de Exposições e foi recuperada por reivindicação da própria categoria. A entrega será apenas em caráter oficial. O expediente, que por enquanto permanece na unidade localizada na Avenida Ceará, será transferido e retomado nos próximos meses. Já o lançamento do 2 Congresso de Florestas de Mato Grosso do Sul, evento realizado pela Associação dos Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas de Mato Grosso do Sul (Reflore) e pela Painel Florestal, com promoção do Governo do Estado, através da Seprotur, e com o apoio do SEBRAE/MS, será realizado no dia 25, a partir das 16 horas, no estande da Seprotur. O evento, que esse ano tem como tema o Desenvolvimento Sustentável, acontece entre os dias 7 e 9 de junho no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, na Capital. Uma Comissão de Defesa Sanitária composta por Fiscais Estaduais Agropecuários da Iagro, Fiscais Federais Agropecuários da SFA/MS e por Médico Veterinário indicado pela Associação dos Criadores do Estado (Acrissul) órgão promotor do evento foi criada para atuar na fiscalização do espaço físico, áreas de recepção de animais e higiene das instalações do recinto de exposições visando a manutenção da sanidade e do bem estar animal. A Iagro, órgão responsável pela fiscalização da entrada e saída dos animais que devem circular no recinto do parque, dispõe de uma equipe de 8 (oito) médicos veterinários e 8 (oito) agentes fiscais agropecuários que trabalham desde o dia 06 de março em turnos alternados na recepção dos animais. A Expogrande acontece no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande/MS. Com informações da Seprotur. (VA)

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17/03 -ECONOMIA: PREÇOS AO PRODUTOR CAEM E PUXAM ALTA NAS BOLSAS DOS EUA
SAFRAS (17) - Os principais índices acionários norte-americanos encerraram o pregão de hoje em alta, influenciados por uma queda maior do que a esperada no índice de preços ao produtor, atenuando preocupações com inflação. O Dow Jones subiu 0,45%, a 10.733,67 pontos, o S&P 500 avançou 0,58%, a 1.166,21 pontos, e o Nasdaq Composto ganhou 0,46%, a 2.389,09 pontos. O Indice de Preços ao Produtor para Bens Finais dos Estados Unidos (PPI, na sigla em inglês) caiu 0,6% em fevereiro na comparação com janeiro, já descontados os fatores sazonais, informou o Departamento do Trabalho. Em janeiro, o índice havia apresentado alta de 1,4%. Já o núcleo do índice, que exclui os preços de alimentos e energia, subiu 0,1% no mês passado, após alta de 0,3% em janeiro. Os preços de alimentos subiram 0,4% em fevereiro depois da alta de 0,4% em janeiro. Já os preços no setor de energia caíram 2,9% no mês passado, ante aumento de 5,1% em janeiro. No setor corporativo, a Blockbuster admitiu que pode pedir a proteção da lei de falências norte-americana, em um registro na Securities and Exchange Comission (SEC, órgão correspondente à Comissão de Valores Mobiliários nos Estados Unidos), caso a companhia não consiga gerar um fluxo de caixa suficiente para quitar, refinanciar ou reestruturar as dívidas antes do vencimento. A Nike anunciou hoje, depois do fechamento do mercado, que no terceiro trimestre fiscal 2010, encerrado em 28 de fevereiro, teve um lucro líquido de US$ 496 milhões (US$ 1,01 por ação), alta de 103,3% ante igual período do ano anterior. A Guess?, norte-americana do setor de vestuário, anunciou hoje que no quatro trimestre fiscal 2010, encerrado em 31 de janeiro, teve lucro líquido de US$ 86,6 milhões (US$ 0,93 por ação), alta de 80,7% ante igual trimestre do ano fiscal anterior. As informações partem da Agência Leia. (CBL)

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17/03 -PETRÓLEO: PREÇO SOBE, COM AGENTES ANIMADOS COM ESTIMULOS ECONÔMICOS
SAFRAS (17) - Os preços do petróleo fecharam em território positivo nesta quarta-feira, com o otimismo diante da expectativa de que as autoridades monetárias vão manter os estímulos ao crescimento das economias. Ontem, o Federal Reserve (Fed) optou pela manutenção da taxa básica de juro em patamares historicamente baixos e afirmou que isso ocorrerá "por um longo período". Do mesmo modo, o banco central do Japão (BOJ) também manteve a taxa de juro do país em 0,1%, dando continuidade ao nível adotado desde dezembro de 2008. Influenciaram ainda as negociações os dados do Departamento de Energia dos EUA, que divulgou que as reservas de petróleo cru aumentaram em 1 milhão de barris na semana passada, na comparação com a anterior, para 344 milhões de barris. Analistas esperavam alta de 1,9 milhões de barris. Os investidores receberam a definição da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que, como o esperado, concordou em manter inalterados seus níveis de produção, segundo delegados do cartel. Em Londres, o Brent para maio fechou com alta de US$ 1,43, a US$ 81,96. O vencimento de junho subiu US$ 1,35, cotado US$ 82,22. Em Nova York, o WTI para abril ficou negociado a US$ 82,93, com alta de US$ 1,23. O contrato de maio terminou a US$ 83,21, avanço de US$ 1,24. As informações partem do Valor com agências internacionais. (CBL)

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17/03 -SOJA: GLAUBER SILVEIRA É ELEITO PRESIDENTE DA APROSOJA BRASIL
SAFRAS (17) - O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Glauber Silveira da Silva, foi eleito presidente da Aprosoja Brasil nesta quarta-feira (17). A eleição ocorreu durante a assembléia geral da entidade nacional realizada em Brasília. A nova diretoria foi eleita para o biênio 2010/2012. Glauber anunciou que um dos trabalhos a serem desenvolvidos na Aprosoja Brasil ainda este ano é a realização do Circuito Tecnológico Nacional, no segundo semestre deste ano. O evento, que já é realizado em Mato Grosso pela Aprosoja/MT, fará levantamento sobre a qualidade dos fertilizantes, adubos e defensivos agrícolas utilizados nas lavouras de soja. Vamos coletar amostras nas principais regiões produtoras para termos um raio-x da qualidade desses produtos, pontua. A busca por uma solução definitiva sobre o endividamento rural no país, por uma legislação ambiental baseada em critérios técnicos e por uma política nacional de infraestrutura de logística de transporte e armazenamento estarão no foco das ações da Aprosoja Brasil. A entidade continuará apoiando o trabalho realizado Frente Parlamentar Agropecuária (FPA). Na área política, vamos rodar os estados para conversar com parlamentares e apoiar aqueles que estiverem comprometidos com a ampliação da produção agrícola sustentável, pois sabemos que o setor rural é um grande vetor do desenvolvimento econômico e social do país, afirma Glauber. O presidente da Aprosoja agradece o apoio recebido dos integrantes da Aprosoja Brasil para conduzi-lo à presidência da entidade. As informações partem da Aprosoja. (VA)

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17/03 -CARNES: PELO SÉTIMO DIA CONSECUTIVO, AÇÕES DA JBS REGISTRAM PERDAS
SAFRAS (17) - Os papéis ordinários da JBS-Friboi (JBSS3) encerram o dia com queda de 4,3%, a R$ 8,23. É o sétimo dia consecutivo de perdas que os ativos do frigorífico registram, acumulando, até hoje, desvalorização de 14,89%. O mercado reagiu ao pedido da companhia para realizar uma nova oferta pública de ações na BM&FBOVESPA. Entretanto ontem a JBS anunciou que irá adiar, por 12 dias, a publicação do aviso ao mercado e o lançamento da oferta pública primária e secundária de ações ordinárias da companhia. O protocolamento do pedido de análise prévia na Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Ambima) foi feito no último dia 11. Segundo a empresa, em comunicado ao mercado na noite desta terça-feira, o motivo seria uma matéria publicada no jornal Valor Econômico, que deu destaque à informação citada em encontro com a imprensa no último dia 8. O presidente da companhia, Joesley Mendonça Batista, na ocasião, disse que a nova emissão de ações na BM&FBovespa, seria uma das alternativas de capitalização da companhia, caso a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da JBS USA não acontecesse. Em queda também ficaram B2W Varejo (BTOW3; -1,14 %, a R$ 38,00), Lojas Americanas (LAME4; -0,51%, a R$ 13,45), Guararapes (GUAR3; -1,03%, a R$ 62,25), Lojas Renner (LREN3; -1,75%, a R$ 40,38), Drogasil (DROG3; -1,65%, a R$ 27,98), Minerva (BEEF3; -0,42%, a R$ 7,01), Hypermarcas (HYPE3; -1,36%, a R$ 22,44), Globex (GLOB3; -5,18%, a R$ 12,80) e Dufry (DUFB11; -0,61%, a R$ 40,35). Já no sentido oposto, em alta, ficaram Le Lis Blanc (LLIS3; 2,13%, a R$ 7,19), Natura (NATU3; 1,61%, a R$ 35,26), Marfrig (MRFG3; 0,28%, a R$ 21,32), Pão de Açúcar (PCAR5; 0,97%, a R$ 60,18), Souza Cruz (CRUZ3; 1,28%, a R$ 63,30), Ambev (AMBV4; 0,88%, a R$ 171,00), Localiza (RENT3; 0,56%, a R$ 19,61), Brasil Foods (BRFS3; 1,25%, a R$ 44,40), Marisa (MARI3; 1,18%, a R$ 15,38) e Hering (HGTX3; 0,37 %, a R$ 34,68). As informações partem da Agência Leia. (CBL)

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17/03 -ECONOMIA:FIERGS LEVOU PREOCUPAÇÃO COM MENOR JORNADA DE TRABALHO A BRASILIA
SAFRAS (17) - Sessenta empresários de 19 segmentos da indústria gaúcha estiveram nesta quarta-feira (17), na Câmara dos Deputados, em Brasília, para mostrar aos parlamentares os prejuízos que a eventual aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 231/95) trará às empresas brasileiras. A PEC reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais e aumenta o adicional na hora extra de 50% para 75% do valor da hora trabalhada. Mesmo que o Brasil tenha conseguido, em 2009, passar melhor as dificuldades da crise internacional do que muitos outros países, no momento em que diminuirmos a jornada de trabalho para 40 h, com mesmo salário e aumentarmos o valor da hora extra, estaremos elevando nossos custos e diminuindo a competitividade dos nossos produtos no exterior, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, que liderou a comitiva e contou com as participações dos presidentes da Fecomércio, Moacyr Schukster, e da FCDL, Vítor Koch. Os empresários percorreram os gabinetes de líderes de partidos e visitaram deputados da Bancada Federal Gaúcha. Além disso, a comitiva foi recebida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. Ele destacou que os líderes partidários, na prática, indicam as Propostas de Emenda à Constituição que serão encaminhadas à votação no plenário. "Pedi aos líderes que escolhessem duas ou três PECs para votar até o fim do primeiro semestre porque temos 62 propostas prontas para ir a plenário. Então sugiro que haja mais pressão junto a eles, explicou Temer. O presidente da FIERGS destacou que os empresários já estão conversando com os líderes partidários para evitar a votação da PEC neste ano eleitoral. Devemos continuar trabalhando pelo nosso ponto de vista e equilibrar a situação. E as Federações de Indústrias estão se posicionando para esse diálogo, completou Tigre. A comitiva foi integrada por representantes dos segmentos metal-mecânico, construção civil, eletroeletrônico, têxtil e confecção, reparação de automóveis, madeira, gráfico, couro, calçados, laticínios, fumo, material de transporte, plástico, borracha, máquinas e equipamentos, vinho, móveis, construção pesada, e alimentos. As informações partem da Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS. (VA)

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17/03 -AGRICULTURA: NEW HOLLAND ENTREGA 63 TRATORES A PRODUTORES DE SERGIPE
SAFRAS (17) - Produtores rurais do estado do Sergipe ganharão um estímulo a mais para o aumento da produtividade no campo nessa quinta-feira (18): trata-se da entrega de um lote de 63 tratores New Holland pelo governo do estado, através do Programa de Combate à Pobreza Rural, em parceria com a Empresa de Desenvolvimento Sustentável do Sergipe (Pronese), com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento. O evento de entrega das máquinas será realizado às 9h, no Parque Sementeira, em Aracaju (SE) e contará com a presença de cerca de 4 mil agricultores do estado, além de autoridades locais. O Programa de Combate à Pobreza Rural, do governo de Sergipe, desenvolvido em parceria com a Pronese, tem o objetivo de contribuir para o incremento da geração de renda para a agricultura familiar, contemplando cerca de 800 projetos no período de dois anos. A New Holland foi a fabricante de máquinas agrícolas vencedora do pregão eletrônico modalidade de licitação que gerou a compra do lote de tratores das linhas TT (modelos TT4030 e TT3880F) da marca. As máquinas serão destinadas às Associações Comunitárias de Produtores Familiares do Sergipe. Sergipe tem uma fronteira agrícola representativa, com destaque para a produção de milho, feijão, cana-de-açúcar e laranja. Grande parte da sua produção é originária da agricultura familiar, que abastece principalmente o mercado interno do Nordeste brasileiro. A nossa expectativa é contribuir para o desenvolvimento da agricultura familiar, realizando o sonho da mecanização, declara Marcos Arbex, gerente de vendas especiais da New Holland. Para a New Holland e a Schoenherr & Cia, concessionária local, é uma grande honra participar da nova era do agronegócio de Sergipe. O estado vive um momento único de incentivo à agricultura familiar. Estamos certos de que os nossos tratores serão importante ferramenta para o incremento da mecanização no campo, contribuindo, assim para o aumento da produtividade e da rentabilidade dos produtores de Sergipe e melhoria da qualidade de vida de suas famílias, complementa Arbex. Agricultura Familiar - Quase 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros são provenientes da agricultura familiar. Hoje, no Brasil, a agricultura familiar ocupa 30,5% da área total dos estabelecimentos rurais e produz 38% do Valor Bruto da Produção (VBP); e é responsável por oito de cada 10 ocupações do campo, absorvendo 14 milhões de trabalhadores, o que representa 77% do total de pessoas que trabalham na agricultura. No âmbito federal, o Safra Mais Alimentos, criado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário em 2008, foi o programa pioneiro de incentivo e valorização à agricultura familiar. A Linha TT é ideal para o trabalho em pequenas propriedades e execução de inúmeras tarefas. Lançamento da New Holland em 2007, a linha foi ampliada agora com o modelo TT4030 (75 cv) 4x2. Os dois modelos na versão estreita são projetados para o trabalho em culturas que exigem máquinas de pequenas dimensões, como frutas e café. São dois modelos, o TT3840F (55cv) e o TT3880F (75cv), de 1,45 m de largura. Com baixo consumo de combustível, baixo custo de manutenção e facilidade de manutenção, os tratores vêm com trombetas do eixo traseiro reforçadas, arco de segurança rebatível, tração nas quatro rodas, transmissão nas opções 8x2 e 12x3 com super redutor e a maior reserva de torque da categoria. Com informações da New Holland. (VA)

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17/03 -AGRONEGÓCIO: KEPLER WEBER DIVULGA RESULTADOS DE 2009 AMANHÃ
SAFRAS (17) - O Grupo Kepler Weber reúne a imprensa nessa quinta-feira (18), em Porto Alegre (RS), quando apresenta resultados referentes ao ano de 2009. Participam do encontro o diretor presidente da empresa, Anastácio Fernandes Filho e o diretor Nolci Santos. (VA)

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17/03 -LARANJA: EX-DONO DE INDÚSTRIA DE SUCO DENUNCIA PRÁTICA DE CARTEL
SAFRAS (17) - Em reportagem, publicada no último domingo, Dino Tofini, ex- empresário do setor citrícola relata prática de cartel nas indústrias de laranja. Segundo ele, o esquema foi armado na década de 90 e, a partir dele, as empresas passaram a determinar as condições de compra da matéria-prima dos produtores de laranja. A prática ilegal no setor é investigada desde 2006 pela Secretaria de Direito Econômico (SDE), por meio da Operação Fanta. Naquele ano, a Polícia Federal apreendeu vários documentos e computadores nos escritórios das grandes indústrias do setor, na sede de Ribeirão Preto da extinta Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), e na casa de um ex-diretor de uma das empresas envolvidas. Por conta de liminares concedidas nos últimos anos pela Justiça, a investigação vinha transcorrendo em ritmo lento. Hoje, deve ser aberto o último malote de documentos da Citrovita. Na entrevista, o empresário e ex-dono da CTM Citrus admite que participou do esquema de cartel, no início da década de 90, e que ganhou muito dinheiro com a combinação de preços para a compra da laranja e também para a venda do suco no mercado internacional. "Após a venda da CTM e depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), Tofini se dedicou à produção de laranja em Araraquara. A fruta era entregue à Cargill, por meio de contrato firmado nos anos 90. A interrupção do contrato por conta de desentendimentos em relação ao preço da laranja levou Tofini a sair do negócio. Hoje, é plantador de cana-de-açúcar em uma área de 400 alqueires. Move uma ação contra a Cargill e pede indenização milionária", diz a reportagem. Quando questionado sobre quem teve a ideia de formar o cartel e quando começou o esquema, ele dispara: "A ideia foi do José Luis Cutrale [sócio-proprietário da Cutrale] no início da década de 90. Ele chamou as indústrias do setor para fazer uma composição, com o objetivo de comprar a laranja por um preço mais acessível para a indústria. Era um negócio cruel". Ele ainda declarou: "o objetivo era jogar todo o ônus da produção para o agricultor, permitir a compra da matéria-prima no esquema que o cartel determinasse. O problema foi tão sério que matou a citricultura paulista". Sobre a realização das reuniões nas quais se determinavam os preços e condições de compra, Dino Tofini garantiu que só participavam os donos das empresas ou os executivos mais importantes, os sêniores. "Elas aconteciam na Abecitrus, que era a associação do setor, e comandada por Ademerval Garcia. A capacidade de moagem dessas indústrias era três a quatro vezes maior do que a capacidade da safra brasileira. A Citrosuco sozinha era capaz de moer um terço da safra brasileira, de 300 milhões de caixas por ano. Era e ainda é um negócio gigante, de bilhões de dólares", disse. Ainda de acordo com ele, cada indústria tinha o seu quintal. "Dividimos o Estado de São Paulo em vários quintais e ninguém podia se meter no quintal do outro. O quintal da Cutrale era praticamente todo o Estado. A Citrovita ficava mais com a região de Matão. Nós, com a região de Limeira. O meu quintal tinha cerca de 250 a 300 citricultores. O combinado, na época, era pagar US$ 3,20 pela caixa de laranja (40,8 quilos)", detalhou, enfatizando que o acerto entre as indústrias era verbal e quem não respeitava, sofria represálias. Guerra O empresário diz que concordou e participou ativamente da prática de cartel, que era muito interessante para ele, como industrial. "Se eu não cumprisse o acordo, teria que brigar com o Cutrale, por exemplo. Eu oferecia um preço para o produtor, e ele oferecia mais, era uma guerra total", continua ele, em entrevista. Tofini afirmou que considera justo que as empresas sejam punidas. "O cartel permanece até hoje, não há dúvida. Não tem mais as tradicionais reuniões às quartas-feiras, mas eles se falam às quintas-feiras, às sextas-feiras. Eles se falam muito, o conceito do cartel se mantém vivo, já está incutido no sistema da indústria de suco. Depois que vendi a empresa, nós continuamos com a produção de laranja. Tínhamos contrato com a Cargill e foi interrompido justamente por discordar de preços que a empresa queria nos pagar. Tive de refazer contrato para vender a laranja por preço menor e engolir o prejuízo. Essa situação resultou em uma ação que movemos hoje contra a Cargill", concluiu ele. Declarações comprovam denúncias antigas, diz presidente da Associtrus As declarações do ex-empresário do setor citrícola, Dino Tofini, reforçam as denúncias feitas há alguns anos por Flávio Viegas, presidente da Associação Brasileira dos Citricultores (Associtrus). "Desde a adoção desta prática ilegal, o produtor tem trabalhado com preços abaixo ao custo de produção, e com o passar dos anos, o cartel levou muitos pomares à destruição", declarou Viegas. Desde a década de 90, a quantidade de produtores de laranja no Estado de São Paulo caiu cerca de 30%. "Hoje, a situação é ainda mais grave, porque em algumas regiões do Estado, a greening, que é uma grave doença, tem devastado os pomares, e os produtores estão sem dinheiro para enfrentar mais este problema", afirmou. "Acredito que a declaração dada por este ex-dono de indústria tenha um peso relevante nas investigações feitas pela SDE [Secretaria de Direito Econômico]", acrescentou ele. Viegas lembra ainda que diversas vezes pediu, pessoalmente, mais agilidade na investigação de suspeitas de formação de cartel no setor, mas as indústrias, sempre beneficiadas por liminares, impediam a SDE de trabalhar. "Agora, sim, os documentos foram liberados", finalizou Viegas. SDE abre malote da Citrovita hoje A Secretaria de Direito Econômico (SDE) vai abrir hoje os documentos da Citrovita, apreendidos na operação Fanta, em 2006. Em 1999, a SDE instaurou o primeiro processo administrativo para apurar denúncia de prática de cartel na indústria de suco, apresentada pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Em 2006, o depoimento de uma pessoa que disse ter participado do cartel um ano antes, e que não teve identidade revelada, desencadeou a Operação Fanta; foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão pela Polícia Federal e pela SDE, nos escritórios da Coinbra-Frutesp, em São Paulo e Bebedouro; Cutrale, em Araraquara; Montecitrus, em Monte Azul Paulista; Citrovita, em São José do Rio Preto, na sede da extinta Abecitrus, em Ribeirão Preto, e na casa de um ex-diretor de uma empresa. Após diligências de busca e apreensão, o material apreendido foi levado a Brasília, em malotes lacrados. Desde então, as empresas recorrem a liminares para evitar que a SDE tenha acesso aos documentos. O Ministério Público de São Paulo também investiga a prática de cartel no setor e encaminhou ao Departamento de Justiça dos EUA, em janeiro, documento para informar sobre as investigações no Brasil. No texto, o MP afirma que, "no Brasil, as investigações indicam que existiu e ainda persiste a prática de cartel por parte das indústrias de suco". Essa prática, diz o texto, "ocorre no preço pago pela fruta aos citricultores e na divisão de produtores entre as empresas". Para o MP, é do interesse dos EUA saber sobre a conduta dos fabricantes no Brasil, pois os americanos são importadores das empresas suspeitas. Empresas não comentaram assunto As empresas Cutrale, Cargill e Citrovita declararam que as investigações que envolvem as indústrias de suco de laranja estão sub judice e que, por essa razão, não se pronunciariam sobre o assunto. Em outras ocasiões, elas negaram a existência de cartel no setor. A Cargill Agrícola informou que "tem compromisso de respeito às leis do País e à legislação de defesa da concorrência". A Cutrale informou que "não existe e nunca existiu qualquer cartel no setor". A Tribuna também procurou o departamento jurídico da empresa, mas não obteve retorno. Ademerval Garcia, que presidiu a extinta Abecitrus, também não foi encontrado, assim como Christian Lohbauer, presidente da Associação Nacional de Exportadores de Sucos Cítricos (Citrus-BR). As informações partem da Tribuna Impressa de Araraquara (SP). (CBL)

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17/03 -AGRONEGÓCIO: FAPEMIG DEFENDE VISIBILIDADE ÀS INSTITUIÇÕES DE PESQUISA
SAFRAS (18) - A importância do tripé ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento de um país norteou as discussões durante a aula inaugural do Campus de Sete Lagoas da Universidade Federal de São João Del-Rei realizada nesta quarta-feira (17), na Embrapa Milho e Sorgo. O assunto foi debatido pelo presidente da Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais), Mario Neto Borges. Quanto mais um país investe em conhecimento, mais riquezas ele tem. E conhecimento significa investimentos na especialização dos profissionais, com cursos de mestrado e doutorado, defendeu Borges. Segundo ele, a missão maior é mudar a concepção de que conhecimento e inovação são uma segunda prioridade. Temos que provocar mudanças para transformar pessoas que não se atentam para isso. Os países mais ricos do mundo são exemplos nítidos, disse. Outro ponto citado pelo presidente da Fapemig foi a importância de se dar visibilidade às instituições de pesquisa, por meio de ações de comunicação, por exemplo, mesma opinião defendida pelo reitor da UFSJ, Helvécio Luiz Reis. É fundamental que estas instituições divulguem suas ações para aumentar o reconhecimento por parte da sociedade, por parte dos políticos, disse. Nesse contexto, a parceria entre Embrapa e Universidade para a implantação do Campus em Sete Lagoas foi mencionada. Segundo Vera Maria Carvalho Alves, chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo, a presença da UFSJ nas dependências da Empresa e os cursos de mestrado e doutorado aprovados pelo Ministério da Educação são oportunidades para o desenvolvimento de trabalhos de iniciação científica na Embrapa e de projetos de pesquisa em parceria. Participaram também da aula inaugural o diretor científico da Fapemig, José Policarpo Gonçalves de Abreu, o diretor do Campus de Sete Lagoas da UFSJ, Antônio Carlos Guimarães, o chefe da Unidade Regional da Epamig Centro-Oeste (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), Édio Luiz da Costa, pesquisadores, analistas, bolsistas e estagiários da Embrapa Milho e Sorgo e professores e alunos da Universidade. O campus de Sete Lagoas da UFSJ oferece os cursos de Engenharia de Alimentos e Engenharia Agronômica. Os cursos de mestrado e doutorado, previstos para iniciarem no primeiro semestre de 2010, serão estruturados em três linhas de pesquisa: bioengenharia de sistemas neurais, bioengenharia tecidual e bioengenharia de sistemas agroecológicos. O mestrado tem como requisito a formação em nível de graduação nas áreas de engenharia, biologia, física com especialização em biofísica, ou formações que demonstrem afinidade com a bioengenharia. Já o curso de doutorado tem como público-alvo mestres em engenharia ou biologia, que desejam ampliar pesquisas nas áreas de fronteira entre as duas ciências. As informações partem da Área de Comunicação Empresarial da Embrapa Milho e Sorgo. (VA)

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17/03 -LARANJA: NEGOCIAÇÕES ENTRE CITRICULTORES E PROCESSADORAS JÁ COMEÇARAM
SAFRAS (17) - Diferente do que aconteceu no ano passado, o setor citrícola pode ter um ano favorável em termos de preços para venda à indústria, uma vez que as cotações internacionais para o suco de laranja é referência na Bolsa de Nova York. No Brasil, com início da nova safra ainda para maio, já se percebe movimentos de negociações entre a indústria processadora e produtores. Enquanto na safra passada produtores receberam uma média de R$ 6,00 pela caixa da laranja, mesmo chegando a um patamar de R$ 12,00 no final dela, já se espera para 2010 preços que cubram ao menos o custo de produção e transporte da produção. Segundo Margarete Boteon, pesquisadora do Cepea, mesmo que ainda fique a dúvida sobre o preço futuro que precisa cobrir custos, afirma que o produtor hoje reconhece seu piso na hora da negociação. O que favorece o setor é o cenário internacional, a menor oferta de fruta e o volume pequeno de contratos fechados até o momento. "Precisamos ter um ano melhor porque se continuar assim é bem complicado para o setor citrícola. Em termos internacionais, tudo indica que deve ser um ano bom para o citricultor, porém, a grande questão é se é suficiente para pagar as dívidas passadas e os custos altos de produção que estamos tendo no momento", analisa a pesquisadora. As informações partem da Associtrus. (CBL)

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17/03 -ECONOMIA: BOLSAS EUROPEIAS FECHAM EM ALTA
SAFRAS (17) - Os índices das principais bolsas europeias encerraram o dia em alta. O FTSE-100, índice da bolsa de Londres, encerrou com valorização de 0,43%, a 5.644,63 pontos; o DAX-30, da bolsa de Frankfurt, fechou em alta de 0,89%, a 6.024,28 pontos; já o o CAC-40, de Paris, encerrou com avanço de 0,48%, a 3.957,89 pontos; enquanto o Ibex-35, índice da bolsa de Madri, fechou com crescimento de 0,97%, a 11.166,80 pontos; e o SMI-20, de Zurique, registrou ganho de 0,34%, a 6.897,53 pontos. Os pedidos semanais de hipotecas nos Estados Unidos recuaram na semana encerrada no dia 12 de março. O índice divulgado pela Associação dos Bancos Hipotecários (MBA) caiu 1,9% na comparação com a semana anterior, em bases ajustadas sazonalmente. Em bases não ajustadas, o índice recuou 1,7% na comparação com a semana anterior. A taxa de desemprego do Reino Unido permaneceu em 7,8% nos três meses até janeiro, mesma variação nos três meses até dezembro. Já em relação aos três meses até outubro, a taxa de desemprego recuou 0,1 ponto percentual, ante taxa de 7,9%. O resultado apresentou alta de 2,6 ponto percentual na comparação com o trimestre encerrado em janeiro do ano passado, quando a taxa foi de 5,2%. Os dados foram divulgados hoje pelo escritório federal de estatísticas do país, o National Statistics. As informações partem da Agência Leia. (CBL)

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17/03 -CARNES: EXPORTAÇÃO DE FRANGO NO PR TEVE DESEMPENHO RECORDE EM FEVEREIRO
SAFRAS (17) - As exportações paranaenses de frango de corte contam com o bom desempenho na venda de frango industrializado, em especial os pedaços especiais congelados, para estimular as vendas no mercado externo. Apenas no mês de fevereiro deste ano, foram comercializados com o mercado externo 38.052.816 quilos de frango congelado, um volume recorde no segmento nos últimos cinco anos. Esse bom desempenho contribuiu para o crescimento de 27,17% nas exportações paranaenses de frango em fevereiro, comparado com o mês de janeiro de 2010 no primeiro mês do ano havia sido exportado 57.773.315 quilos de frango, contra 73.472.923 quilos em fevereiro. Com esse volume de exportação, o Paraná contribuiu com 25,94% das exportações brasileiras de frango de corte em fevereiro de 2010. Também ficou muito próximo ao volume exportado por Santa Catarina, maior exportador brasileiro do produto e que comercializou no período 73.554.598 quilos de frango. Comparado com fevereiro do ano passado, as exportações paranaenses de frango cresceram 3,45%. O bom desempenho nas vendas externas é resultado também no crescimento da produção paranaense de frango. Segundo levantamento do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o abate paranaense de frango é o melhor dos últimos quatro anos. No primeiro bimestre de 2010 foram abatidas 207.116.193 cabeças de frango, produção 11,37% maior que no mesmo período de 2009, quando o abate havia alcançado a marca de 185.970.962 cabeças. De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, o bom desempenho do segmento neste início de ano é reflexo da rápida recuperação da avicultura de corte após os abalos da crise econômica no ano passado. "O setor avícola está fortalecido, com os mercados interno e externo respondendo pela demanda estável verificada pelas indústrias. Além da quantidade produzida, é preciso destacar também a qualidade do frango de corte produzido no Paraná, fruto de investimentos em genética, manejo, ambiência e sanidade. Nosso desafio é manter essa posição de destaque nacional tanto na produção quanto nas vendas de aves, incentivando os avicultores do estado a continuar priorizando o controle e na qualidade do frango que é produzido aqui", declara. Industrializados Para Domingos Martins, a evolução nas vendas dos produtos industrializados é um avanço para o segmento no estado. "Esse desempenho retrata a posição de destaque nacional tanto na produção quanto nas vendas de aves, com a aposta no controle e na qualidade do frango que é produzido no Paraná", afirma. Segundo ele, entre os diferenciais brasileiros na venda externa está a questão da sanidade. "O Brasil é tido como um país livre da influenza aviária. E a sanidade está sendo bem cuidada. O país tem quantidade, qualidade e preço", completa. Na avaliação do presidente do Sindiavipar o otimismo em relação às exportações de produtos industrializados de frango paranaense ao mercado externo traz uma estimativa positiva para um crescimento recorde no volume das exportações paranaenses. "A retomada do perfil exportador traz a recuperação de mercado e um consequente otimismo. Projetamos 2010 com novas conquistas e recordes para o segmento. Nossa previsão é de um crescimento próximo a 10% para 2010 no índice de exportações, comparado com o ano passado", declara. As informações partem da Assessoria de Imprensa do Sindiavipar. Exportação paranaense de frango de corte em fevereiro Volume (Kg)Faturamento (US$) 200756.060.90071.759.359 200867.611.862104.238.446 200971.020.66495.947.278 201073.472.923116.770.526 Produção paranaense de frango no primeiro bimestre Janeiro FevereiroAcumulado 200793.603.19883.004.069176.607.267 2008105.377.20497.144.055202.521.259 200994.480.34091.490.622185.970.962 2010104.815.581102.300.612207.116.193 (CBL)

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